O câncer de mama é hoje uma doença presente em milhares de famílias ao redor do mundo. Principalmente nos grandes centros urbanos, devido à concentração populacional, o número de casos é expressivo. Já se sabe que o câncer de mama não é uma doença única, mas, sim, um grupo de moléstias distintas categorizadas com o mesmo nome. A experiência também tem mostrado que pacientes com tumores muito iguais no tamanho e na microscopia podem evoluir com prognósticos diferentes. No passado, nós nos surpreendíamos com o fato de que algumas pacientes com tumores volumosos apresentavam sobrevida longa e até eram passíveis de cura, enquanto outras, com tumores minúsculos, logo evoluíam para disseminação da doença e morriam. A grande interrogação que se impunha naquele momento era o que determinava tamanha diferença.
Atualmente, a classificação usada para avaliar o risco de recidiva dos tumores baseia-se em parâmetros morfométricos (tamanho do tumor, presença ou não de comprometimento por neoplasia das ínguas axilares, formato das células, entre outros). Apesar de útil, essa classificação não é muito precisa, pois admite inúmeras variáveis. Diante dessa constatação, os pesquisadores se voltaram para encontrar um método de avaliação que determinasse com mais segurança o risco de recidivas. A resposta que encontraram parece estar ligada ao genoma celular. Com base no maior conhecimento das estruturas intra e extracelulares e de suas funções, descobriram que certos receptores denominados oncogenes desencadeiam ou inibem a multiplicação de uma célula com defeitos específicos para cânceres. Esses receptores, que podem ser hormonais, fatores de crescimento, citocinas ou neurotransmissores, estão presentes na superfície ou no interior das células e estimulam, por vias especificas, os núcleos e as células alteradas a se multiplicarem desenfreadamente formando um tumor. Sob tais condições, as células tumorais perdem a capacidade de envelhecer e morrer, ou seja, a capacidade de apoptose (morte celular programada). Só quando conseguimos controlar esses receptores, modulando-os, podemos devolver às células a capacidade de envelhecer e destruir o tumor.
Os medicamentos usados com tal propósito são chamados de “drogas alvo”, Outra de suas vantagens é que apresentam efeitos adversos menores que os da quimioterapia convencional (queda de cabelo, anemia, infecções e outros). Quem determina as variáveis de receptores de ativação ou inibição é o DNA celular (expressão gênica tumoral).
Após a decodificação do código genético humano, foi possível criar perfis gênicos que oferecem um diagnóstico molecular para o câncer de mama. O mais conhecido e utilizado é o Oncotype DX. Esse exame molecular avalia 21 genes relacionados com o crescimento e disseminação do câncer de mama. Atualmente, ele é utilizado em pacientes que apresentam tumores com receptores de estrógeno positivos, para prognosticar o risco de recidiva e a necessidade ou não de adicionar um tratamento quimioterápico. Quando o Oncotype DX revela que o tumor possui risco baixo de voltar, a quimioterapia poderá deixar de ser realizada.
Em mais de 35% dos casos, o resultado desse teste permite alterar a conduta médica previamente estabelecida, uma vez que oferece elementos para determinar se uma paciente portadora de câncer de mama in situ precisará ou não de radioterapia após a cirurgia.
Outros genes estão sendo testados e avaliados para predizerem respostas a determinados medicamentos para o câncer de mama, por exemplo, a resposta a taxanos e ao trastuzumab. Para outros tumores também já existem testes para avaliar genes “mutados” ou não, que podem antecipar se haverá resposta a um medicamento especifico.
Estamos no inicio de uma nova época na historia da medicina. Isso nos autoriza dizer que, em futuro breve, baseados no estudo do genoma de cada indivíduo, estaremos tratando pacientes com medicações feitas especificamente para ele.segunda-feira, 16 de julho de 2012
Nova forma de diagnosticar o câncer de mama
O câncer de mama é hoje uma doença presente em milhares de famílias ao redor do mundo. Principalmente nos grandes centros urbanos, devido à concentração populacional, o número de casos é expressivo. Já se sabe que o câncer de mama não é uma doença única, mas, sim, um grupo de moléstias distintas categorizadas com o mesmo nome. A experiência também tem mostrado que pacientes com tumores muito iguais no tamanho e na microscopia podem evoluir com prognósticos diferentes. No passado, nós nos surpreendíamos com o fato de que algumas pacientes com tumores volumosos apresentavam sobrevida longa e até eram passíveis de cura, enquanto outras, com tumores minúsculos, logo evoluíam para disseminação da doença e morriam. A grande interrogação que se impunha naquele momento era o que determinava tamanha diferença.
Atualmente, a classificação usada para avaliar o risco de recidiva dos tumores baseia-se em parâmetros morfométricos (tamanho do tumor, presença ou não de comprometimento por neoplasia das ínguas axilares, formato das células, entre outros). Apesar de útil, essa classificação não é muito precisa, pois admite inúmeras variáveis. Diante dessa constatação, os pesquisadores se voltaram para encontrar um método de avaliação que determinasse com mais segurança o risco de recidivas. A resposta que encontraram parece estar ligada ao genoma celular. Com base no maior conhecimento das estruturas intra e extracelulares e de suas funções, descobriram que certos receptores denominados oncogenes desencadeiam ou inibem a multiplicação de uma célula com defeitos específicos para cânceres. Esses receptores, que podem ser hormonais, fatores de crescimento, citocinas ou neurotransmissores, estão presentes na superfície ou no interior das células e estimulam, por vias especificas, os núcleos e as células alteradas a se multiplicarem desenfreadamente formando um tumor. Sob tais condições, as células tumorais perdem a capacidade de envelhecer e morrer, ou seja, a capacidade de apoptose (morte celular programada). Só quando conseguimos controlar esses receptores, modulando-os, podemos devolver às células a capacidade de envelhecer e destruir o tumor.
Os medicamentos usados com tal propósito são chamados de “drogas alvo”, Outra de suas vantagens é que apresentam efeitos adversos menores que os da quimioterapia convencional (queda de cabelo, anemia, infecções e outros). Quem determina as variáveis de receptores de ativação ou inibição é o DNA celular (expressão gênica tumoral).
Após a decodificação do código genético humano, foi possível criar perfis gênicos que oferecem um diagnóstico molecular para o câncer de mama. O mais conhecido e utilizado é o Oncotype DX. Esse exame molecular avalia 21 genes relacionados com o crescimento e disseminação do câncer de mama. Atualmente, ele é utilizado em pacientes que apresentam tumores com receptores de estrógeno positivos, para prognosticar o risco de recidiva e a necessidade ou não de adicionar um tratamento quimioterápico. Quando o Oncotype DX revela que o tumor possui risco baixo de voltar, a quimioterapia poderá deixar de ser realizada.
Em mais de 35% dos casos, o resultado desse teste permite alterar a conduta médica previamente estabelecida, uma vez que oferece elementos para determinar se uma paciente portadora de câncer de mama in situ precisará ou não de radioterapia após a cirurgia.
Outros genes estão sendo testados e avaliados para predizerem respostas a determinados medicamentos para o câncer de mama, por exemplo, a resposta a taxanos e ao trastuzumab. Para outros tumores também já existem testes para avaliar genes “mutados” ou não, que podem antecipar se haverá resposta a um medicamento especifico.
Estamos no inicio de uma nova época na historia da medicina. Isso nos autoriza dizer que, em futuro breve, baseados no estudo do genoma de cada indivíduo, estaremos tratando pacientes com medicações feitas especificamente para ele.Doença comum de inverno
Sinusite
Sinusite é a inflamação das mucosas dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. Os seios da face dão ressonância à voz, aquecem o ar inspirado e diminuem o peso do crânio, o que facilita sua sustentação. São revestidos por uma mucosa semelhante à do nariz, rica em glândulas produtoras de muco e coberta por cílios dotados de movimentos vibráteis que conduzem o material estranho retido no muco para a parte posterior do nariz com a finalidade de eliminá-lo. O fluxo da secreção mucosa dos seios da face é permanente e imperceptível. Alterações anatômicas, que impedem a drenagem da secreção, e processos infecciosos ou alérgicos, que provocam inflamação das mucosas e facilitam a instalação de germes oportunistas, são fatores que predispõem à sinusite. Sintomas As sinusites podem ser divididas em agudas e crônicas. a) Sinusite aguda Costuma ocorrer dor de cabeça na área do seio da face mais comprometido (seio frontal, maxilar, etmoidal e esfenoidal). A dor pode ser forte, em pontada, pulsátil ou sensação de pressão ou peso na cabeça. Na grande maioria dos casos, surge obstrução nasal com presença de secreção amarela ou esverdeada, sanguinolenta, que dificulta a respiração. Febre, cansaço, coriza, tosse, dores musculares e perda de apetite costumam estar presentes. b) Sinusite crônica Os sintomas são os mesmos, porém variam muito de intensidade. A dor nos seios da face e a febre podem estar ausentes. A tosse costuma ser o sintoma preponderante. É geralmente noturna e aumenta de intensidade quando a pessoa se deita porque a secreção escorre pela parte posterior das fossas nasais e irrita as vias aéreas disparando o mecanismo de tosse. Acessos de tosse são particularmente frequentes pela manhã, ao levantar, e diminuem de intensidade, chegando mesmo a desaparecer, no decorrer do dia.Recomendações
* O mais importante é diluir a secreção para que seja eliminada mais facilmente;
* Na vigência de gripes, resfriados e processos alérgicos que facilitem o aparecimento de sinusite, beba bastante líquido (pelo menos 2 litros de água por dia) e goteje de duas a três gotas de solução salina nas narinas, muitas vezes por dia. A solução salina pode ser preparada em casa.
* Para cada litro d’água fervida, acrescente uma colher de chá (9 gramas) de açúcar e outra de sal. Espere esfriar antes de pingá-la no nariz;
* Inalações com solução salina, soro fisiológico ou vapor de água quente ajudam a eliminar as secreções;
* Evite o ar condicionado. Além de ressecar as mucosas e dificultar a drenagem de secreção, pode disseminar agentes infecciosos (especialmente fungos) que contaminam os seios da face;
* Procure um médico se os sintomas persistirem. O tratamento inadequado da sinusite pode torná-la crônica.
domingo, 8 de julho de 2012
Lembranças
Quase um ano sem esse cara.
A vida é qual bruma lá no mar, não dura muito tempo;
Tudo que somos pode acabar, deixando sofrimento.
Se alguem morrer, pode reviver? " ouça o que Jeová fará:
Chamará os que estão mortos; À sua voz responderão. Jeová terá saudades do trabalho das suas mãos. Tenha fé, jamais duvide: quem amamos voltará! Pra sempre viveremos com as bençãos de Jeová."
Quando adormece alguém especial, Jeová jamais esquece;
Quem na memoria de Jeová está, despertará em breve.
Juntos, vamos ver como é bom viver: verdadeira vida ter!
"chamará os que estão mortos; A sua voz responderão. Jeová terá saudades do trabalho das suas mãos. Tenha fé, jamais duvide: quem amamos voltará! Pra sempre viveremos com as bençãos de Jeová. "
A vida é qual bruma lá no mar, não dura muito tempo;
Tudo que somos pode acabar, deixando sofrimento.
Se alguem morrer, pode reviver? " ouça o que Jeová fará:
Chamará os que estão mortos; À sua voz responderão. Jeová terá saudades do trabalho das suas mãos. Tenha fé, jamais duvide: quem amamos voltará! Pra sempre viveremos com as bençãos de Jeová."
Quando adormece alguém especial, Jeová jamais esquece;
Quem na memoria de Jeová está, despertará em breve.
Juntos, vamos ver como é bom viver: verdadeira vida ter!
"chamará os que estão mortos; A sua voz responderão. Jeová terá saudades do trabalho das suas mãos. Tenha fé, jamais duvide: quem amamos voltará! Pra sempre viveremos com as bençãos de Jeová. "
Cirurgia sem sangue foi tema de palestra no Hospital Carlos Chagas
Estudos apontam que em 2030 o déficit de sangue coletado atingirá 1.000.000 de bolsas, isto porque a demanda de doações não acompanha o número de transfusões. Este fato associado aos riscos de contaminação por doenças infecciosas tem levado ao uso da chamada cirurgia sem sangue. Em Guarulhos , o Hospital Carlos Chagas sediou uma palestra com o tema “Estratégias Para Uma Medicina Não Transfusional: Uma Realidade Brasileira. '' O Encontro foi realizado durante a 42ª Reunião de Discussão de Casos Clínicos, na quinta-feira (29), mediado pelo Cardiologista Antonio Alceu dos Santos, especializado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Em seu relato o médico apresentou técnicas que permitem cirurgias sem uso de hemoderivados. Alceu dos Santos esclareceu a necessidade de estabilização do paciente, combater anemias e suspender o uso de medicamentos que possam levar à uma hemorragia. Ele apresentou casos cirúrgicos de jovens a idosos que tiveram sucesso a partir da utilização de opções de técnicas específicas e gerenciamento de sangue na busca de melhores resultados.
Durante a explanação o médico informou que as estratégias podem atingir investimentos de apenas R$ 50,00, porém existem outras baseadas em equipamentos que exigem maior investimento. O Hospital Carlos Chagas dispõe deste equipamento: o Cell Saver, o que motiva várias equipes médicas a optarem pelo procedimento sem sangue.
O Hospital Carlos Chagas realiza mensalmente os Cafés da Manhã com Discussão de Casos Clínicos para médicos , enfermeiros e equipe multidisciplinar com o objetivo de tratar de novas técnicas e procedimentos que levem à reciclagem dos profissionais.
Vitoria na medicina
Técnicas de cirurgia sem sangue reduzem transfusões em operações de grande porte
O número de pacientes que recebem transfusões de sangue em procedimentos cirúrgicos de maior porte é grande, mas pode diminuir com estratégias de cirurgia sem sangue. "A principal delas é a tolerância do médico à anemia do paciente", aponta a médica anestesista Daniela Rocha Gil, em dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. "A tolerância do paciente à anemia deve ser levada em conta antes, durante e depois da cirurgia", diz. "A anemia é causada pela perda de hemoglobina do sangue, que reduz o transporte de oxigênio aos órgãos do corpo e debilita o paciente."Daniela aponta que o nível ideal de hemoglobina no corpo gira em torno de 12 a 15 gramas por decilitro (g/dl), mas muitos médicos indicam a transfusão sangüínea quando os valores atingem 8 g/dl. "Na pesquisa, encontramos pacientes com valores muito inferiores, como 3 g/dl, e mesmo não recebendo sangue, sobreviveram", relata. "A pesquisa mostra que cada paciente possui um grau de tolerância à anemia e que a transfusão não deve ser indicada com base apenas no valor da taxa de hemoglobina." Daniela estudou no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, 11 pacientes Testemunhas de Jeová submetidos a cirurgias de grande porte. "Esta religião não permite transfusão sangüínea, mas qualquer que seja a crença do paciente, a cirurgia sem sangue pode ser usada como alternativa para evitar o risco do contágio de doenças como aids, hepatites B e C e HTLV nas transfusões", afirma. "O estudo mostra que é possível minimizar o número de transfusões sangüíneas no período intra-operatório."
Alternativas
Uma opção de cirurgia sem sangue é a de administrar eritropoetina ao paciente. "Esta substância estimula o aumento dos valores de hemoglobina no sangue e deve ser usada no período pré-operatório, de preferência três semanas antes da data prevista para a cirurgia", explica Daniela. "Outra alternativa é usar substâncias que favorecem a coagulação e minimizem a perda sanguínea intra-operatória."
Existe a opção de utilizar uma máquina que recupera o sangue que seria perdido no período intra-operatório. "O aparelho aspira o sangue do campo operatório e consegue processá-lo para posterior re-infusão no paciente", diz a médica. "No entanto, a máquina recupera só metade do sangue perdido e seu uso não é recomendado em cirurgias oncológicas, pelo risco de re-contaminação."
Na maioria dos casos pesquisados foi usada a hemodiluição normovolêmica, para reduzir a perda sangüínea no período intra-operatório. "O sangue do paciente é retirado e mantém-se o volume sanguíneo com a infusão de outros líquidos, em geral solução fisiológica, mas com uma quantidade muito menor de hemoglobina, reduzindo sua perda na cirurgia", explica a médica. O sangue retirado fica armazenado para ser re-infudido ao final do procedimento ou quando for absolutamente necessário. "Esta técnica é de baixo custo, eficaz e segura".
Daniela alerta que os métodos de cirurgia sem sangue não estão disponíveis em todos os centros médicos do País. "O ideal seria associar várias estratégias concomitantes, como o uso de eritropoetina e a hemodiluição, para reduzir a perda sanguínea, como foi feito na maior parte dos pacientes estudados." O trabalho foi orientado pelo anestesista do HC de Ribeirão Preto e professor da FMRP, Luís Vicente Garcia.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Tome muito cuidado com ele
O coração, esse delicado e simultaneamente resistente órgão humano, é o principal aliado de uma vida saudável e longa, se cuidarmos devidamente dele. Os hábitos das sociedades modernas, pautadas pela má alimentação, sedentarismo, stress e falta de exercício físico, acentuam o surgimento de patologias cardiovasculares, mais ou menos graves.
A má alimentação durante a gravidez pode ainda conduzir, em determinados casos, a más formações congénitas que poderão obrigar a intervenções cirúrgicas no bebé, a fim de o salvar. Todavia, muitas das doenças cardíacas, ao invés de congénitas, são adquiridas durante a vida, devido a maus hábitos alimentares, emocionais e físicos ou, ainda, devido a fatores hereditários.
Assim, as principais afeções cardíacas são o enfarte agudo do miocárdio (vulgo ataque cardíaco) que se caracteriza por um coágulo que obstrui completamente determinada parte do coração, nomeadamente o miocárdio e que, normalmente, conduz à morte, uma vez que o auxílio médico não chega a tempo de reverter a situação. O sintoma é uma forte dor no peito e todos os anos mata milhões de pessoas no mundo inteiro.
A insuficiência cardíaca (doença que impede o normal fluxo e bombeamento do sangue através das válvulas cardíacas) é outra das afeções cardíacas que mais comummente se manifesta entre a população mundial e os cardiologistas subdividem-na em quatro grandes grupos: assintomática, leve, moderada e grave. Nos casos mais graves, requer-se intervenção cirúrgica para correção da anomalia, mas, normalmente, uma prescrição terapêutica adequada é suficiente para permitir uma vida com qualidade.
Outro problema bastante frequente é a má circulação, ou insuficiência vascular periférica. Os sintomas mais frequentes incluem dores nas pernas que surgem na sequência de longos períodos passados em pé e que, habitualmente, desaparecem com o descanso. As arritmias são outra anomalia bastante frequente e que se caracteriza por batimentos cardíacos irregulares, demasiado lentos (bradicardia) ou rápidos (taquicardia). Esta afeção torna-se mais frequente à medida que a pessoa envelhece, mas convém salientar que é absolutamente normal o coração bater mais depressa em situações de excitação, medo ou de prática desportiva.
Finalmente, a angina de peito é também bastante comum e manifesta-se através de um desconforto (e não exatamente dor) no peito, causado pelo deficiente abastecimento de oxigénio ao coração que, por sua vez, tem origem na obstrução ou espasmo temporário de um vaso sanguíneo. Há que não confundir a angina de peito (que nunca dura mais de 15 minutos e não evolui para dor forte) com o enfarte, cujas características foram já anteriormente referidas. Conheça a sua história familiar, tome consciência dos seus hábitos e adapte-se a uma vida melhor.
valeu galera....
A má alimentação durante a gravidez pode ainda conduzir, em determinados casos, a más formações congénitas que poderão obrigar a intervenções cirúrgicas no bebé, a fim de o salvar. Todavia, muitas das doenças cardíacas, ao invés de congénitas, são adquiridas durante a vida, devido a maus hábitos alimentares, emocionais e físicos ou, ainda, devido a fatores hereditários.
Assim, as principais afeções cardíacas são o enfarte agudo do miocárdio (vulgo ataque cardíaco) que se caracteriza por um coágulo que obstrui completamente determinada parte do coração, nomeadamente o miocárdio e que, normalmente, conduz à morte, uma vez que o auxílio médico não chega a tempo de reverter a situação. O sintoma é uma forte dor no peito e todos os anos mata milhões de pessoas no mundo inteiro.
A insuficiência cardíaca (doença que impede o normal fluxo e bombeamento do sangue através das válvulas cardíacas) é outra das afeções cardíacas que mais comummente se manifesta entre a população mundial e os cardiologistas subdividem-na em quatro grandes grupos: assintomática, leve, moderada e grave. Nos casos mais graves, requer-se intervenção cirúrgica para correção da anomalia, mas, normalmente, uma prescrição terapêutica adequada é suficiente para permitir uma vida com qualidade.
Outro problema bastante frequente é a má circulação, ou insuficiência vascular periférica. Os sintomas mais frequentes incluem dores nas pernas que surgem na sequência de longos períodos passados em pé e que, habitualmente, desaparecem com o descanso. As arritmias são outra anomalia bastante frequente e que se caracteriza por batimentos cardíacos irregulares, demasiado lentos (bradicardia) ou rápidos (taquicardia). Esta afeção torna-se mais frequente à medida que a pessoa envelhece, mas convém salientar que é absolutamente normal o coração bater mais depressa em situações de excitação, medo ou de prática desportiva.
Finalmente, a angina de peito é também bastante comum e manifesta-se através de um desconforto (e não exatamente dor) no peito, causado pelo deficiente abastecimento de oxigénio ao coração que, por sua vez, tem origem na obstrução ou espasmo temporário de um vaso sanguíneo. Há que não confundir a angina de peito (que nunca dura mais de 15 minutos e não evolui para dor forte) com o enfarte, cujas características foram já anteriormente referidas. Conheça a sua história familiar, tome consciência dos seus hábitos e adapte-se a uma vida melhor.
valeu galera....
domingo, 1 de julho de 2012
Doenças Psicológicas - depressão -
A depressão é conhecida como um problema de prioridade para a saúde pública por atingir aproximadamente 50 milhões de pessoas do mundo todo. Para conhecer uma pessoa depressiva é necessário observar alguns pontos como tristeza, choro freqüente, apatia, ansiedade, angústia, desespero, grande irritação, falta de sentimento, tédio, culpa, diminuição de desejo sexual, perda ou aumento de apetite, fadiga, desânimo, baixa auto-estima, incapacidade, vergonha.
Há também fatores biológicos, genéticos e neuroquímicos que pesam sobre a pessoa depressiva como ventrículos e sulcos alargados, inversão cronobiológica, hipofrontabilidade.
Normalmente uma pessoa se torna depressiva por perder algo ou alguém, como, a morte de uma pessoa querida, a perda de um emprego, perda do local de moradia, perda de status...
A depressão pode ser dividida em subtipos:
-transtorno depressivo recorrente, classificado pela CID-10 como depressão leve, moderado ou grave de acordo com os sintomas e a intensidade.
-distimia, depressão crônica bastante duradoura que começa normalmente na fase adulta.
-depressão atípica, ocorre em episódios leves a graves.
-depressão melancólica ou endógena, é um tipo de depressão neurobiológica independente de fatores psicológicos. -depressão psicótica, é grave ocorrendo delírios de culpa, negação de órgãos e alucinações.
-estupor depressivo, é grave pelo fato do paciente ficar dias de cama sem movimentar o corpo deixando-o rígido. A pessoa depressiva pode chegar a falecer por não responder a vida, podendo desidratar, pegar pneumonia, insuficiência pré-renal. Faz suas necessidades na própria cama.
-depressão agitada ou ansiosa, deixa a pessoa fortemente ansiosa e inquieta. Sente-se angustiada, irritada e existe sérios riscos de suicídio.
-depressão secundária, é associada a uma doença como AVC, mal de Parkinson...
Uma pessoa depressiva deve ter acompanhamento médico precisando as vezes de medicamentos e tratamento psicoterápico ou até todos eles. É necessário a ajuda dos parentes mais próximos pois ao contrário do que se pensa, depressão não é preguiça ou falta de força de vontade.
Doenças Psicológicas - ansiedade -
Diante de uma situação de perigo, ocorre no sistema nervoso central uma excessiva excitação, esta sensação ou sentimento é considerado ansiedade.
Os sintomas físicos da ansiedade são taquicardia, tremores, sudorese, tensão muscular, cefaléia (dor de cabeça), palpitação, dor no peito e/ou falta de ar.
A ansiedade pode estar ligada a uma complexidade de sentimentos de medo, apreensão, preocupação, inquietação, angústia, desassossego; provocando mal estar e tensão, pois esta é vista como uma perturbação psíquica. As pessoas que sofrem de ansiedade às vezes apresentam dificuldades para dormir, tem sono agitado ou leve, o que as fazem sentir sem energia e cansadas no decorrer do dia. Pode ocorrer também má digestão, dor de estômago e perturbações intestinais.
A prática de exercícios físicos relaxantes são formas de descontração, que auxiliam na liberação do stress ocasionado por um quadro de ansiedade, porém as causas dessa podem estar ligadas a fatores subjetivos decorrentes de personalidades ansiosas. A psicoterapia é uma das formas de tratamento que pode favorecer o indivíduo a descobrir o que lhe causa ansiedade e a lidar com a mesma.
Câncer fique por dentro
Doença não contagiosa,o câncer pode ser definido como um grupo de mais de 100 doenças que se caracterizam pelo crescimento descontrolado de células anormais, chamadas de malignas. Por vezes essas células anormais podem migrar e invadir tecidos e órgãos em diversas regiões do corpo, originando tumores em outros locais. Quando isso ocorre dizemos que houve metástase.
Com uma divisão celular muito rápida e incontrolável, as células cancerosas costumam ser agressivas, determinando a formação de tumores malignos e constituindo um risco de vida para o paciente. Por outro lado, o tumor benigno se caracteriza por ser apenas um acúmulo de células que se dividem muito lentamente, sem causar maiores agressões ao indivíduo.
A maioria dos tipos de câncer tem suas causas ainda desconhecidas, mas 90% dos casos de câncer estão relacionados a fatores ambientais, como cigarro (câncer de pulmão), excesso de sol (câncer de pele), alguns tipos de vírus (leucemia), hábitos alimentares (câncer de mama, câncer de próstata, câncer de esôfago, câncer de estômago, câncer no intestino grosso), alcoolismo (câncer de esôfago, câncer da cavidade bucal), hábitos sexuais (câncer de colo uterino), medicamentos (câncer de bexiga, leucemias, câncer de endométrio), cânceres provocados por exposições ocupacionais, etc.
Pessoas que têm histórico de câncer na família podem ou não desenvolver a doença, mas há alguns tipos de câncer, como o de mama, estômago e intestino, que podem ter influência genética.
A mortalidade de um câncer irá depender de alguns fatores, como: tipo de câncer, rapidez com que suas células se multiplicam, capacidade que o organismo da pessoa tem de combater a doença e a existência de um tratamento eficaz. O câncer de próstata já foi considerado letal, mas, hoje em dia, em razão do progresso com os tratamentos, apresenta até 95% de cura.
Atualmente o câncer é a segunda causa mortis no Brasil, perdendo apenas para doenças cardiovasculares. Dentre os diversos tipos de câncer podemos citar:
* Câncer de pulmão;
* Câncer de mama;
* Câncer de ovário;
* Câncer no colo do útero;
* Câncer de colorretal;
* Câncer anal;
* Câncer na bexiga;
* Câncer infantil;
* Câncer de laringe;
* Câncer no fígado;
* Câncer de esôfago;
* Câncer de estômago;
* Câncer de fígado;
* Câncer de boca;
* Leucemias;
* Linfomas;
* Linfoma de Hodgkin;
* Linfoma não Hodgkin;
* Câncer no pâncreas;
* Câncer de pele (melanoma);
* Câncer de pele (não melanoma);
* Câncer no pênis;
* Câncer de próstata;
* Câncer no testículo;
* Tumores de Ewing.
O tratamento do câncer irá depender de diversos fatores, como tamanho do tumor, idade do paciente, localização do tumor, tipo das células cancerosas, etc. Em muitos casos, os médicos combinam mais de um tipo de tratamento para combater o câncer.
Se o tumor for localizado, a cirurgia pode ser uma opção de tratamento, que geralmente é utilizada para o câncer de mama, câncer de cólon, câncer de boca, entre outros tipos.
A radioterapia é um tipo de tratamento no qual radiações são utilizadas para destruir as células cancerosas ou impedir que elas se multipliquem. Nesse tipo de tratamento o paciente não sente nada.
A quimioterapia utiliza medicamentos que irão combater o tumor. Na maioria das vezes, estes são aplicados na veia, mas em outros casos podem ser dados via oral ou intramuscular. Uma vez no corpo do paciente, esses medicamentos caem na corrente sanguínea e são levados para todas as partes do corpo, destruindo todas as células que estão causando o tumor e impedindo que elas se espalhem para outras regiões do corpo.
O transplante de medula óssea é feito quando há um câncer maligno que acomete as células sanguíneas.
É importante lembrar que muitos tipos de câncer podem ser prevenidos, como o câncer de pele, cânceres causados pelo tabagismo e bebidas alcoólicas e cânceres relacionados à dieta alimentar. Outros tipos de câncer, como o de mama, próstata, cólon, colo de útero, reto, testículo, língua, boca e pele, podem ser detectados no início, quando se faz a prevenção a partir de exames específicos. Lembrando que, quando diagnosticado no início, o câncer tem maiores chances de cura, daí a importância de se fazer o diagnóstico precoce.
Cuidado gripe A
As formas de transmissão da gripe A são semelhantes à de qualquer outra gripe.
A gripe A, ou gripe suína como era reconhecida até 30 de abril de 2009, é causada pelo vírus Influenza tipo A/H1N1 modificado, denominado A/CALIFORNIA/04/2009. Esse, resultante da união de material genético de cepas da gripe humana, aviária e suina; extrapolou a barreira de espécies e passou a atingir seres humanos.
Em dezoito de março do ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde anunciou a ocorrência de casos desta gripe no México e, pouco tempo depois, nos Estados Unidos. Espanha e Canadá. Outras regiões do globo terrestre, como o próprio Brasil, também entraram nesta lista. Por tal motivo, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou tais incidências como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), criando o Gabinete Permanente de Emergência de Saúde Pública (GPESP), a fim de monitorar o vírus, tomando as medidas necessárias e cabíveis – como tratamento dos casos e busca pela viabilização de vacina contra tais cepas. Tais providências se fazem necessárias para evitar uma possível pandemia, esta que poderia ser capaz de contaminar um terço da população.
Embora seja mais transmissível que o vírus da gripe aviária, e assim como qualquer outra gripe, o contato com saliva contendo partículas virais, eliminadas principalmente ao espirrar ou tossir; ou secreções de pessoas infectadas são as formas mais comuns de contaminação.
Os sintomas desta doença incluem a presença de febre repentina e acima de 38°C e tosse, podendo vir acompanhados de diarreia, dificuldade respiratória e dores de cabeça, nas articulações e músculos. O período de incubação pode variar entre 24 horas a duas semanas.
Pessoas com tais manifestações, e/ou que estiveram em algum dos países cuja incidência foi confirmada - além daqueles que tiveram contato próximo com estes - devem buscar auxílio médico, a fim de diagnosticar a doença. Os kits utilizados fornecem os resultados em até 72 horas, sendo necessárias amostras de secreções respiratórias, de no máximo sete dias após o início das manifestações. Pode ser necessária a coleta de sangue, para diagnóstico diferencial.
Apesar da grande transmissibilidade, algumas medidas relativamente simples podem evitar, de forma significativa, a contaminação pelo A/CALIFORNIA/04/2009. Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, preferencialmente com lenço descartável; lavar as mãos frequentemente, com água e sabão; não tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; evitar aglomerações; não utilizar fármacos sem prescrição médica e buscar auxílio médico em casos de manifestação de sintomas são extremamente importantes. Além disso, uma alimentação balanceada e boa ingestão de líquidos reforçam o sistema imunológico, reduzindo as chances de incidência dessa e de outras doenças. Em Campo Grande, Secretaria Municipal de Saúde está distribuindo doses de medicamentos homeopáticos em postos de saúde e escolas municipais como medida preventiva, partindo da premissa de que este remédio pode, em caso de indivíduos infectados pela H1N1, diminuir os índices de complicação da doença.
O tratamento é feito com a administração dos fármacos Tamiflu ou Relenza, vendidos ou cedidos sob orientação médica. Assim como qualquer outra gripe, repouso, ingestão de bastante líquido e uma dieta equilibrada ajudam na recuperação do paciente.
Informações relevantes:
• Não existem registros de incidência deste vírus em outras espécies animais.
• O consumo de carne suína ou derivados, desde que cozidos previamente, não fornece chances de contaminação.
• A maioria dos casos confirmados são adultos ou jovens, o que pode indicar a relativa eficácia das campanhas anuais de vacinação, até então indicadas para crianças e idosos.
• O uso de máscaras e equipamentos de proteção individual é recomendado para os profissionais de saúde e familiares que lidam diretamente com pessoas infectadas. Também é indicado para indivíduos que estão em áreas afetadas.
• Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza? Procure um médico ou um serviço de saúde.
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