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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Muito bom



Lembrança das antiga, de cara nova



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A idade de ser feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

Poesia da vida


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

É prefeita eu quero ver o posto de potecas.... vai sair ?

Motta conta sobre visita da prefeita eleita de São José na base do projeto

Adeliana Dal Pont passou pela base da Redação Móvel na segunda-feira.
Prefeita eleita conversou com o apresentador sobre suas propostas.
                                             

                                                                                     
Adeliana Dal Pont do PSD é uma mulher decidida. Engenheira por formação, nascida em Timbé do Sul, vereadora e ex-secretária da Saúde, Adeliana decidiu enfrentar forças importantes da política local e venceu as recentes eleições municipais em São José, tendo como vice o ex-deputado José Natal, do PSDB. Nas urnas, 66.602 votos (61,19%) e a confiança de que suas propostas são exequíveis e, portanto possíveis.

No primeiro dia, montamos a barra no calçadão do Kobrasol, cruzamento da avenida Lédio João da Silva e rua Wilson Nascimento e recebemos o carinho e a presença de uma população já esclarecida que foi ao local para votar na prioridade das prioridades.

A prefeita eleita de São José, Adeliana Dal Pont, passou pelo local da base da Redação Móvel bem cedinho. Iniciava sua caminhada matinal e parou para uma breve conversa. Leu as propostas na cédula gigante que colocamos no poste para facilitar a leitura das pessoas com alguma dificuldade de visão e disse que elas estavam corretas, ou seja, ela referendou o que leu e garantiu que ali estavam suas metas e objetivos para os quatro anos de mandato.

As propostas entre as quais a população já votou para escolher sua prioridade são:

1. Levar remédios em casa, para pacientes com diabetes e pressão alta.
2. Construção dos centros de Saúde dos bairros Serraria, São Luiz, Potecas e
Campinas/Kobrasol, além da Construção da Policlínica da Mulher e da Criança, além
da conclusão das UPAs de Barreiros e Forquilhinhas.
3. Implantar a Creche Mão Amiga: que vai atender o ano inteiro, a crianças a partir dos
meses de idade.
4. Implantar as escolas em tempo integral. Em um turno o aluno terá aula normal, no
outro terá oficinas de dança, teatro e música, por exemplo.
5. Integração da Polícia Militar e da Guarda Municipal.
6. Implantar bases móveis de seguranças em todo o município, adotando o policiamento comunitário.
7. Construção da nova rodoviária de São José.
8. Ampliação dos horários e implantação de novas rotas do transporte coletivo.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Fim do mundo, só pode ser piada....



A 12 dias do "fim do mundo": arqueólogo explica calendário e erro

O calendário maia foi interpretado de forma errada, afirma arqueólogo
Foto: AP


Para Orlando Casares, arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), o "fim do mundo" é resultado de um erro histórico de interpretação. Casares que foi curador de uma mostra que tentava mostrar o erro, diz em entrevista de 2011 que os maias não tinham uma concepção de fim do mundo, mas sim de ciclos.

Casares explica o complicado funcionamento do calendário maia - que contava, inclusive, dois anos. Para o especialista, o problema não esta na arqueologia, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação de objetos achados.

O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição. O arqueólogo explicou que a base da medição do tempo desta antiga cultura era a observação dos astros.

Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do sol, da lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um final. "Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica", explicou Casares, que esclareceu: "A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir".

Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal desta civilização. "Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado ''Haab'' que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o ''Tzolkin'', de 260 dias, que regia a vida ritualística", acrescentou Casares.

A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Desta forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, "não podiam separar o religioso do cotidiano".

Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia.

Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o "baktun" (período de 144 mil dias); na maioria das cidades 13 "baktunes" constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.

Com esta explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação dos objetos achados desta civilização.

De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.

A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura.

Para a diretora do Museu do Ouro de Bogotá, Maria Alicia Uribe, a exibição desta mostra sobre a civilização maia serve para comparar e aprender sobre a vida pré-colombiana no continente. "Interessa-nos de alguma maneira comparar nosso passado com o de outras regiões do mundo", ressaltou Maria sobre esta importante coleção de arte e documentário.